:: €sse Cara! Nu e Cru ::








€sse Cara Nu € Cru!!!

Serei insolente, imprudente ou descarado
Se escrever tesão e acentuar a palavra
E tornar a palavra como o ato
Coisa real palpável e dura?
Serei impúdico, incorreto ou devasso
Se escrever coito e fizer sexo com as palavras
E a palavra se tornar lasciva
E assumir mil formas
Tantas como as do coito
Tantas como as do amor?Serei…?Não
Vergonha sentiria se no final do poema
Ao escrever sêmen, esperma e orgasmo
Um fio tenue e breve me escorresse da caneta
E fossem final de poema
Tímida e precoce ejaculação.
Pois que poesia não rima com pudor
Pois que poesia não rima com vergonha
Pois que poesia não rima com pejo ou timidez
. Poesia rima com paixão
Poesia rima com tesão
E mãos e corpos em coitos
E palavras que se dão com avidez.

€sse Cara!

CASA DO ROCK

:: CASA DO ROCK ::










"* Lentos For Make Love By Esse Cara"

Clique no stop se quiser parar a música.












Eu triste sou calado
Eu bravo sou estúpido
Eu lúcido sou chato
Eu gato sou esperto
Eu cego sou vidente
Eu carente sou insano
Eu malandro sou fresco
Eu seco sou vazio
Eu frio sou distante
Eu quente sou oleoso
Eu prosa sou tantos
Eu santo sou gelado
Eu salgado sou crú
Eu puro sou tentado
Eu sentado sou alto
Eu jovem sou mancebo
Eu belo sou fútil
Eu útil sou bom
Eu à toa sou teu.


Eu à toa sou teu.!


By €sse Cara!

O SEXO...
O amor é representado de várias formas, a principal é o sexo, sem ele a vida não existe, preconceitos retrogrados à parte. Este trabalho é para ilustrar as fantasias mais ousadas daqueles que não convivem com a coragem destas situações. Agora, principalmente voltado para os admiradores, escritores, poetas e amantes do sexo transcendental... Curtam às histórias e amem-se até à morte, talvez consigam ir além da existencia e descobrir a sabedoria do existir...
By €sse Cara!

AOS LEITORES.........
O grande desafio é, cada vez que olho uma página vazia, sinto uma imensa necessidade de criar, juntar palavras, transmitir sentimentos ou coisas e fatos às pessoas: Quem sabe? Ressucitar o ato de refletir ...
By €sse Cara!








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Amor Eterno

Diz-lhe que não, diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz aquele que mais amou
Chega de juras de amor
Promessas de amor eterno
Para algum tempo depois Voltarmos ao mesmo inferno
Por vezes é mesmo assim
Não há outra solução
Doi muito dizer que sim
Doi menos dizer que não
Diz-lhe que não, diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz aquele que mais amou
Diz-lhe que chega de ouvir as frases habituais
Chamam-me a maior paixão da vida, coisas banais
Maior ou não pouco importa
Ser a única isso sim
Diz-lhe que não me enganou
Enganou-se ele por mim
Diz-lhe que não, está na hora de acabar
Mas por favor não lhe digas que ainda me viste chorar...

 

 



Escrito por Esse Cara! às 14h39
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Anjo


Estou indo agora,
vou fazer o que prometi,
tentar mais, sei o que quero,
o que posso vou conseguir por nós,
até que um dia eu voe
e suba aos céus de tanta paixão.
 
Sou anjo do amor,
serei o seu protetor,
seu guia apaixonado,
não quero mais a vida de hoje,
quero entrar para o seu céu,
não quero nada sério,
mas tenho fome de amar,
eles vão entender ou não ficarei.
 
Tenho vontade de tudo
e não posso.
 
Responda-me com um beijo,
quero o sabor de anjo,
prefiro você suave,
assim, mesmo sem asas,
com este seu jeito menina,
deixa-me ser seu anjo de hoje,
talvez mais adiante seja especial,
vem e me faça feliz.
 
Vem, anjo,
não, não pare agora,
faça-me seu,
doei-me pra você;
vem, anjo,
ficaremos um no céu de amor.
 
 
29/11/2011



Escrito por Esse Cara! às 12h09
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Amor transcendental

Eu tenho o vento, eu tenho o sol, eu tenho mar
Eu tenho a natureza, e toda sua punjante beleza
Eu tenho o olhar, eu tenho o ouvir, eu tenho o falar
Eu tenho a vida em todos os seus sentidos
 
Podem me aprisionar e eu perder
o vento, o sol e o mar
assim como nao poder apreciar
toda a beleza da Natureza
 
podem me mutilar
e eu perder os sentidos do ouvir
do falar, do tocar e
não poder enxergar
 
Podem até me tirar a vida
meu coração deixar de bater
eu deixar de respirar
e a esse mundo nao mais pertencer
 
Mas nunca , nunca mesmo, ninguem vai poder
meus pensamentos podar, controlar ou eliminar
Eles pertencem, a minha essencia, a minha alma, ao meu Ser...
Meu amor é eterno, ninguém, nem nada pode me impedir, nunca...,
de te amar

 



Escrito por Esse Cara! às 19h41
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Homofobia não é crime

João Pereira Coutinho*
 

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É perfeitamente legítimo que um heterossexual  não goste de homossexuais, como é legítimo o inverso.
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É um erro comum: alguém escreve sobre o julgamento de Oscar Wilde em 1895 e o apresenta como o momento infame em que a sociedade vitoriana resolveu reprimir "o amor que não ousa dizer seu nome".
Admito que essa versão faça as delícias das patrulhas, para quem Wilde virou mártir, ou santo. Mas, ironicamente, a perdição de Wilde não começou com a intolerância da sociedade vitoriana.
Começou quando o próprio decidiu limpar o seu nome das acusações "homofóbicas" do marquês de Queensberry, pai do seu amante Lord Alfred "Bosie" Douglas.
Se Wilde tivesse ignorado um mero cartão pessoal do marquês, onde este tratava o escritor por "sodomita", jamais teria ido parar na prisão de Reading Gaol.
Mas Wilde, em gesto inusitado para seu temperamento irônico, não gostou que se dirigissem a ele como homossexual. Partiu para a Justiça, processando o marquês.
Foi no decurso do julgamento que o jogo virou e Wilde, de alegada vítima, passou a réu. Sobretudo quando a defesa do marquês resolveu arrolar como testemunhas alguns rapazes que tinham sido, digamos, íntimos de Wilde.
A Justiça não gostou e condenou o escritor. Não porque ele era homossexual, entenda-se -a "buggery", mais do que um desporto, era até uma forma de iniciação entre "gentlemen" nos colégios de Eton ou na Universidade Oxford. Mas porque agitara as águas de forma demasiado ruidosa numa sociedade que gostava de manter os seus vícios em privado.
Hoje, a condenação de Wilde pode parecer-nos de uma hipocrisia sem limites. Não nego. Mas existe uma outra moral na história: valerá a pena criminalizar a homofobia, como Wilde tentou fazer ignorando os conselhos dos seus amigos próximos, quando se despertam no processo outros abusos inesperados?
Marta Suplicy entende que sim e, em artigo nesta Folha, defende lei para criminalizar o "delito".
Infelizmente, a sra. Suplicy confunde tudo na discussão do seu projeto: homofobia; crime homofóbico e medicalização da homossexualidade. Como diria um contemporâneo de Wilde, Jack, o Estripador, vamos por partes.

"O problema está em saber distinguir o momento em que uma aversão se converte em crime público.
Porque a mera aversão não constitui, por si só, um crime."

Começando pelo fim, ninguém de bom senso defende que a homossexualidade é uma doença mental. Não é preciso consultar a Organização Mundial da Saúde para o efeito. Basta olhar para a história da espécie humana -e, mais ainda, para a diversidade do mundo natural- para concluir que, se a homossexualidade é loucura, então boa parte da criação deveria estar no manicômio.
De igual forma, ninguém de bom senso negará que persistem crimes medonhos contra homossexuais, seja no Brasil ou na Europa, porque os agressores, normalmente homossexuais reprimidos, não gostam de se ver no espelho.
O problema está em saber distinguir o momento em que uma aversão se converte em crime público. Porque a mera aversão não constitui, por si só, um crime.
Por mais que isso ofenda o espírito civilizado de Marta Suplicy, é perfeitamente legítimo que um heterossexual não goste de homossexuais. Como é perfeitamente legítimo o seu inverso.
Vou mais longe: no vasto mundo da estupidez humana, é perfeitamente legítimo não gostar de brancos; de negros; de asiáticos; de portugueses; de brasileiros; de judeus; de cristãos; de muçulmanos; de ateus; de gordos ou de magros. A diferença entre um adulto e uma criança é que o adulto entende que o mundo não tem necessariamente de gostar dele.
O que não é legítimo é transformar uma aversão em instrumento de discriminação ou violência. Não porque isso seja um crime homofóbico. Mas porque isso é simplesmente um crime.
E os crimes não têm sexo, nem cor, nem religião. Se Suplicy olhar para a estátua da Justiça, entenderá que os olhos da figura estão vendados por uma boa razão.
Pretender criminalizar a homofobia porque não se gosta de ideias homofóbicas é querer limpar o lixo que há na cabeça dos seres humanos. Essa ambição é compreensível em regimes autoritários, que faziam da lavagem cerebral um método de uniformização. Não deveria ser levado a sério por um Estado democrático.
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*Jornalista e comentarista político português. Escritor. Colunista da Folha
 

 



Escrito por Esse Cara! às 06h39
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Sentidos do fundamentalismo

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O fundamentalista não consegue praticar normas que ele prega e sente inveja de quem não as respeita
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Fundamentalista é, antes de mais nada, quem leva a sério sua convicção e segue à risca os preceitos que derivam dela.

Se você for católico, não se divorciará nem comerá carne na Sexta da Paixão; se for judeu, no sábado, evitará ligar a luz elétrica; se for muçulmano, não tomará álcool e, caso seja mulher, circulará de véu fora de casa; se for ateu, não invocará a misericórdia divina, nem mesmo em momentos de extremo perigo.

Meu pai era convencido de que existem mistérios para os quais qualquer resposta seria desonesta.

Nesse seu agnosticismo, ele era fundamentalista no sentido que acabo de definir. Um dia, quando meu irmão e eu éramos já adultos, ele quis que prometêssemos que, se ele, na agonia, pedisse a assistência de um padre, nós lhe negaríamos esse recurso, considerando que sua sanidade mental teria se perdido no aperto acovardado da última hora.

Prometemos. Por sorte, ele morreu sem pedir conforto religioso algum. Se ele tivesse pedido, não sei se eu teria mantido minha promessa; à diferença dele, eu não sou fundamentalista: decido e escolho segundo as circunstâncias e não por princípio.

Mesmo assim, tenho respeito, se não simpatia, por esse tipo de fundamentalismo. E acho que todos deveriam poder levar (e viver) suas convicções a sério, se assim quiserem -claro, nos limites básicos impostos pelos códigos Penal e Civil, que regem a convivência social.

Mas tenho pressa de chegar ao outro sentido, pelo qual fundamentalista é quem exige que os preceitos que derivam de suas convicções ou de sua fé sejam observados por todos -ou mesmo que eles se transformem em lei da sociedade inteira.

Esse tipo de fundamentalista, seja qual for sua convicção, religiosa ou ateia, é animado pela necessidade de converter os outros, a qualquer custo. Em geral, ele acha que a violência de seu espírito "missionário" é um corolário de sua fé e uma prova de sua generosidade: "Forçando o outro a se converter, eu só quero seu bem, mesmo que seja contra a vontade dele".

Com esse tipo de fundamentalista, eu implico, por duas razões.

Primeiro, detesto que alguém esconda sua violência atrás de pretensas boas intenções e não gosto da ideia de que um outro imagine saber o que é "bom" para mim.

Segundo, não acredito que alguém possa querer converter os outros à força por generosidade.

Há duas razões pelas quais, em regra, alguém quer impor as normas de suas convicções aos outros, e ambas são péssimas:

1) Ele precisa que ao menos os outros respeitem essas normas, que ele preza, mas não consegue impor a si mesmo - ou seja, incapaz de obedecer a seus próprios princípios, ele quer validá-los pela obediência forçada dos outros;

2) Ele quer se livrar da inveja que ele sente da vida dos que não respeitam essas mesmas normas (para assinalar a componente de inveja, presente nos moralistas, Alfred Kinsey, o grande sociólogo e sexólogo, dizia que "ninfômana" e "tarado" são os que conseguem ter uma vida sexual mais intensa do que a da gente).

Em suma, os motores de muitos fundamentalismos missionários são a incapacidade de viver à altura dos preceitos pregados e a inveja de quem não respeita esses preceitos.

Por isso, no debate (ou na gritaria) entre homossexuais e evangélicos, por exemplo, nem preciso decidir se gosto mais de Oscar Wilde ou do apóstolo Paulo.

Pois, bem antes e independentemente disso, a oposição relevante é a seguinte: os homossexuais não pretendem que os evangélicos passem todos a transar com parceiros do mesmo sexo ou a frequentar baladas gays, enquanto os evangélicos pretendem que os homossexuais se convertam e renunciem a seu desejo (transformado em "pecado") - ou, no mínimo, que eles sejam impedidos de viver segundo suas próprias disposições e convicções.

Ou seja, para se situar nessa oposição, não é preciso escolher entre as idéias e as práticas das partes, mas entre os que querem regrar a vida de todos segundo seus preceitos e os que preferem que, nos limites da lei, todos possam pensar e agir como quiserem.

Assim sendo, como se diz na roleta, "façam suas apostas".

Contardo Calligaris é psicanalista, doutor em psicologia clínica (Université de Provence) e colunista da Folha de S.Paulo.



Escrito por Esse Cara! às 11h47
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Caminhando

Distância!
Triste e rápido caminho para se chegar ao esquecimento...
 
Esquecer!
O verbo mais doloroso a ser conjugado em qualquer tempo...
 
Prefiro estar perto.
Lembrar e seguir a seu lado.
 
Mas se apesar de tudo,
sua ausência inevitável for,
tomo o atalho da vida  deixando para trás
na trilha do meu Adeus
toda lembrança e qualquer distância.
 
O tempo
em seu sábio momento,
se encarregará de aplacar a dor!



Escrito por Esse Cara! às 16h30
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E os reflexos da "marollinha" grega...??

Zeus vende seu trono para uma multinacional coreana.

Medusa faz bico na ala dos ofídios em um zoológico local.

Narciso vende seus espelhos para pagar a dívida do cheque especial.

Aquiles vai tratar o seu calcanhar no SUS.

Eros e Pan inauguram um prostíbulo.

Hércules suspende os seus 12 trabalhos por falta de pagamento.

Gaia transforma pessoas em pedra e vende na Cracolândia.

O Minotauro puxa carroça para ganhar a vida.

A Acrópole é vendida e, em seu lugar, é inaugurada uma Igreja Universal
do Reino de Zeus.

Afrodite monta uma banquinha de produtos afrodisíacos para
pagar as contas.

A UE rejeita Medusa como negociadora grega: _"Ela tem minhocas na cabeça".

Sócrates inaugura o Cicuta's Bar para ganhar uns trocados.

Dionisio vende seus vinhos na beira da estrada de Marathónas.

Hermes, Mensageiro dos Deuses, está entregando o currículo para trabalhar na 'entrega rápida' dos correios.

Caronte, barqueiro do Hades, avisa que a partir da próxima semana passará a aceitar o bilhete único.

Reia aceitou posar para a Playboy.

Sem dinheiro pra pagar os salários, Zeus libera as ninfas pra
trabalharem na Eurozona.

Ilha de Lesbos abre resort hétero.

Para economizar energia, Diógenes apaga sua lanterna.

Oráculo de Delfos vaza números do orçamento e provoca pânico nas Bolsas.

Atena promete dar uma mãozinha aos desempregados.

Áries, deus da guerra, foi pego em flagrante desviando armamento para
a milícia carioca.

Aristóteles e Platão negam envolvimento na rebelião da USP:
"Estamos na pindaíba, mas ainda não descemos a esse ponto"

A Caverna de Platão hoje abriga milhares de sem teto...
 
E o Olimpo abriu sindicância para apurar as supostas maracutaias
praticadas pelos Deuses entre uma orgia e outra...!!
Ah... Baco incorrigível!!!



Escrito por Esse Cara! às 15h13
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